| 31/08/2007 |
Professores do curso de mestrado em Ciências do Solo da Ufersa se reúnem neste sábado
Os Professores do Programa de Pós-Graduação (mestrado) em Ciências do Solo da Universidade Federal Rural do Semi-Árico (Ufersa) vão discutir, neste sábado, assuntos ligados ao curso. A reunião será realizada no prédio de solos às 13:00 horas.
As inscrições para o curso de Pós-Graduação estão previstas para outubro deste ano. O início das aulas deverá acontecer em março de 2008.
Participarão da reunião os professores Alessandra Monteiro Salviano Mendes e Davi José da Silva (Pesquisadores da Embrapa), Francisco Nildo da Silva, Gustavo Pereira Duda, Joaquim Odilom Pereira, Miguel Ferreira Neto, Neyton de Oliveira Miranda, Nildo da Silva Dias e Vander Mendonça.
Escrito por Paulo Martins às 13h33[ (0) Comente ] [ envie esta mensagem ] [ link ] |
| 29/08/2007 |
A felicidade de Nino
Os amigos dizem que Nino anda meio esquisito. O cara, sempre mal-humorado, está nas nuvens. Chefe de setor na organização, era considerado um pão-duro incomparável. Fazia tudo para economizar para o patrão. Se alguém quisesse ver Nino sair do sério, falasse em algo que trouxesse despesas. Quando lhe pediam um veículo para um serviço da empresa, de súbito negava. “Se vire! Dê um jeito”, ordenava.
Nesses tempos politicamente corretos, cobravam de Nino melhoras para o acesso na organização. Para funcionários e clientes. A organização tinha pisos desnivelados, calçadas altas e outras barreiras. Ele fazia ouvidos de surdo.
O que aconteceu não se sabe. É um mistério. Nino mudou da água para o vinho. Agora, é comum encontrar Nino “levitando” pelos corredores da organização.
- Plantem árvores. Cultivem flores. Quero respirar ar puro, determina Nino.
- Façam rampas pro meu amor passar... Diz pra todos ouvirem.
- Ele anda muito estranho, comenta dona Eudézia, funcionária da copa. “O que deu nele?” – pergunta seu Pedro, o zelador. “Ele anda meio aéreo”, intromete-se Teobaldo, chefe da segurança. E arrisca um palpite: “Acho que uma mina fez a cabeça dele”.
Escrito por Paulo Martins às 13h05[ (0) Comente ] [ envie esta mensagem ] [ link ] |
| 26/08/2007 |
“Não há de serenata; melhores dias violão”.
Frase do apresentador Alberto Brizola, dita nos anos 80, na Rádio AM Manchete, do Rio de Janeiro.
Escrito por Paulo Martins às 22h29[ (1) Apenas 1 comentário ] [ envie esta mensagem ] [ link ] |
Reflexão
Qual o futuro dos nossos jovens?
Candidato a presidente da República, nas últimas eleições, o senador Cristóvam Buarque (PDT) defendeu a criação da Lei de Responsabilidade Educacional. Segundo ele, instituída aquela norma, os gestores públicos deveriam atingir metas estabelecidas para a educação, sob pena de serem punidos.
Na opinião do senador, a escola pública está mal porque não há cobrança aos administradores públicos. Em municípios pelo país a fora, escolas podem ficar fechadas dias, semanas, meses, que nada acontece. Governadores, prefeitos e secretários nada sofrem.
Alunos, no entanto, deixam de ver conteúdos importantes para a sua formação. Falta ensino em quantidade e qualidade. Professores não têm condições de trabalho e recebem baixos salários.
Em alguns municípios, prefeitos tentam “compensar” a lacuna aberta pela má qualidade do ensino, oferecendo festas com bandas musicais, carnavais de toda época, onde parte dos jovens se inicia nas bebidas alcoólicas, drogas e até no mundo da marginalização. Essas festas funcionam como uma espécie de anestésico. Os jovens se divertem, mas poucos conseguem refletir sobre a realidade à sua volta.
Diante dessa situação, perguntamos: que sociedade estamos construindo para o futuro?
O que fazer para exigir dos governantes prioridade para a educação dos nossos filhos?
Não custa lembrar que, num passado recente, países que foram arrasados pelos efeitos das guerras, como a Alemanha, China e Japão, investiram pesado na educação e se transformaram nas potências que são hoje. E, nós, para onde caminhamos? Escrito por Paulo Martins às 22h25 |
quarta-feira, 15 de novembro de 2017
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Escrito por Paulo Martins às 13h33
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