sexta-feira, 17 de novembro de 2017




Parabéns, Jocélio Martins

 

JOCÉLIO MARTINS
O historiador Jocélio Martins passou no vestibular da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern). Agora, vai cursar Direito. Jocelio é membro da Assembléia de Deus no Bairro Boa Vista e coordena o segmento jovem da AD, no Setor III, em Mossoró. Ele é casado com a acadêmica de Comunicação Social, habilitação em Jornalismo, Silvana Martins.


 Escrito por Paulo Martins às 11h55
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Evangelho na TV

DANIELLE OLIVEIRA
A Igreja Evangélica Assembléia de Deus em Mossoró apresenta, aos sábados, às 8 horas da manhã, o programa "Vida Abundante", na TV Ponta Negra, canal 3, emissora afiliada ao Sistema Brasileiro de Televisão (SBT). O programa leva ao ar notícias das igrejas, reflexão, pregação da palavra de Deus e hinos de louvor. A apresentação é de Danielle Oliveira, reportagens de Rogério Rodrigues, imagens Marcelino Neto e Joaquim Marcelino (também editor).


 Escrito por Paulo Martins às 08h14
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Aluízio Filho lança livro
O empresário Aluízio Alves Filho lançou na noite desta quinta-feira, no Memorial da Resistência, em Mossoró, o livro "Lições Que Aprendi Com Ele e o Que a Vida me Ensinou". Lideranças políticas, militantes, admiradores do ex-governador Aluízio Alves, radialistas, jornalistas e populares compareceram ao evento, que teve início por volta das 9 horas da noite.
Ao falar aos convidados, Aluizinho - como foi tratado pela maioria no lançamento do livro - disse vai voltar muitas vezes a Mossoró, até 2010, ano das eleições estaduais. Ele disse que seu pai, ex-governador e ex-ministro Aluízio Alves, devia muito a Mossoró. Aluizinho se emocionou ao convidar, para se aproximarem do local onde falava Rose Cantídio, Edite Souto e Maria Ester, mulheres militantes das campanhas de Aluízio Alves, na década de 60, que foram denominadas "as senadoras".  
A prefeita Fafá Rosado lembrou, no ato do lançamento, o respeito que Aluízio tinha pelo dela (Dix-neuf Rosado). Disse que quando Aluízio realizava comícios na Praça Bento Praxedes (a popular "Praça do Codó"), descia do palanque para cumprimentar o adversário Dix-neuf, em sua casa, localizada no ambiente daquelas concentrações políticas. Fafá, que estava de vestido rosa, ressaltou ainda os serviços prestados ao Estado por Aluízio, como deputado, governador e ministro.
A senadora Rosalba Ciarlini também contou uma história. Lembrou que, numa determinada ocasião,  estava reitoria da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) para participar de uma solenidade de colação de grau, quando o reitor era o professor Walter Fonseca, diretor do jornal "Correio da Tarde". Segundo Rosalba, Aluízio era o paraninfo das turmas de concluintes daquele ano. Ao chegar cumprimentou-a e brincou dizendo que ela, Rosalba, não estava bem vestida, porque vestia uma roupa vermelha, cor tradicionalmente usadas campanhas pelos adversários de Aluízio. Em relação hoje vice-prefeita de Mossoró e irmã de Rosalba, Ruth Ciarlini, Aluízio disse que ela estava "quase bem vestida". Ruth - conforme afirmou Rosalba - usava a cor azul, num tom esverdeado. Aluízio Filho, que ouvia atentamente o discurso da senadora Rosalba, nesse momento interrompeu: - Então, hoje a senhora está bem vestida. Rosalba participou do lançamento do livro usando um vestido verde, bem aluizista.


 Escrito por Paulo Martins às 05h32
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Regy Carte é aprovado em Comunicação Social
O blog parabeniza Regy Carte, da redação do "Jornal de Fato", em Mossoró, aprovado para o curso de Comunicação Social, habilitação em Jornalismo, na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern).


 Escrito por Paulo Martins às 16h07
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Assembleia de Deus comemora 40 anos em Upanema

A programação comemorativa dos 40 anos da Assembleia de Deus em Upanema continua no dia 18 de abril, com a realização da Quinta Reciclagem dos Professores da Escola Dominical (5ª REPED). Com o tema “O Que Vimos e Ouvimos, Isso Anunciamos” (1ª João 1.3a), as comemorações das “bodas de safira” ocorrerão durante todo o ano, sob a coordenação do pastor Antônio Adelino dos Santos, líder assembleiano em Upanema. A abertura das festividades se deu nos dias 7 e 8 deste mês, com um culto em ação de graças pelos 40 anos da Assembleia de Deus e em homenagem a obreiros e pioneiros da igreja. Na sexta-feira passada, a igreja se reuniu em vigília de oração (das 10 horas da noite às 6 horas da manhã). No domingo, houve o Seminário da Família e, neste domingo vai ocorrer a comemoração do aniversário do Círculo de Oração da Mocidade.



 Escrito por Paulo Martins às 22h18
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Gritos ou sorrisos
Walcyr Carrasco  (e-mail: walcyr@abril.com.br)
Veja SP, 11 de março 2009
Olho em torno. Estou em uma sala ricamente decorada com móveis antigos e lustres de cristal. Vestida com uma grife importante e adornada com jóias de bom gosto, a anfitriã recebe com distinção um pequeno grupo de convidados, do qual faço parte. Conversa delicadamente sobre artes, viagens e outras amenidades. O copeiro entra com uma bandeja com refrescos e champanhe. Mas comete uma gafe: oferece-me uma taça antes de servir uma convidada – a etiqueta manda que as mulheres sejam servidas em primeiro lugar. Imediatamente, a voz da dona da casa se torna dura, ríspida, cheia de raiva.
– Será que você nunca aprende? – acusa. – Não sabe se comportar?
O homem murmura desculpas, envergonhado, e se retira humilhado. Ela suspira.
– Essa gentinha não tem jeito!
Fico pasmo. Onde foi parar a elegância? Por que humilhar um subalterno devido a um erro de etiqueta ao qual ninguém daria importância? Sempre me defronto com esse tipo de situação: gente que gosta de humilhar os outros, principalmente quem não pode se defender. Certa vez fui a um jantar na mansão de um arquiteto. A certa altura, o anfitrião aproximou-se de um jovem vestido de maneira mais simples – como vim a saber, estagiário em seu escritório de arquitetura – e disparou:
– Sabe o que está bebendo? É vinho francês, aproveite!
O rapaz ficou completamente sem jeito. O outro ainda comentou com um amigo:
– Nem sei por que sirvo bebida boa a quem não pode apreciar. Olha só, ele nem sabe segurar a taça!
Porteiro de prédio sofre. Há quem ache que não precisa se identificar. Ou reclame enquanto o outro pede a autorização de acesso ao morador. Passam pelo hall com os olhos chamejando:
– Não me conhece?
Confesso: eu mesmo já cometi esse tipo de erro e até hoje me envergonho.
Certa vez morava em um condomínio e cheguei à guarita no carro de amigos. O segurança, novato, não me conhecia. Fez uma confusão e não queria permitir a minha entrada. Explodi:
– Você não tem uma relação? Verifique! Ou chamo a síndica!
O rapaz só estava fazendo seu trabalho: proteger o condomínio. Ao ameaçar com a síndica, eu de fato o ameacei com demissão. No dia seguinte, envergonhado, pedi desculpas ao segurança e às pessoas que estavam no carro comigo.
Já me aconteceu o contrário. No final de uma peça de teatro, fui convidado a ir aos bastidores. Cumprimentei os atores que eu conhecia. Quando ia embora, uma das estrelas saiu de seu camarim. Fui parabenizá-la. Com um olhar altivo, ela me respondeu friamente. Despedi-me sem jeito.
Na mesma noite recebi um telefonema do administrador do espetáculo. A estrela descobrira que eu era autor de novelas e estava arrependida por ter me tratado daquela maneira. Na noite seguinte tentou jantar comigo. Um amigo comum quis fazer a ponte.
– Ela sonha atuar em sua novela. Pediu-me para explicar que só agiu daquele modo porque não sabia quem você era.
– Pior! – respondi. – Se tratou mal um desconhecido que foi lhe dar os parabéns, como será com os cabeleireiros, costureiras, motoristas, técnicos, produtores, que são a base de um trabalho em televisão?
Às vezes a pessoa nem é tão mais rica que a outra, mas se acha superior só porque tem um carro, uma casa maior, um diploma. Na minha opinião, a melhor forma de conhecer uma pessoa é observar a maneira como trata aqueles com quem a vida não foi tão generosa no sentido material. Agradecer cada gesto faz bem a quem ouve e a quem fala.
Gritos ou sorrisos dão uma boa medida de quem é quem.
Enviado por Raimundo Antonio, escritor e acadêmico de Comunicação Social, habilitação em Jornalismo, na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern).



 Escrito por Paulo Martins às 08h41
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Seridó Pintado com Palavras

Minha foto
Indicamos aos webleitores o blog Seridó Pintado com Palavras. Espaço criado pelo bancário Pedro Augusto Fernandes de Medeiros, que dará ênfase à poesia popular nordestina. Pedro Augusto é de Acari e reside atualmente em Mossoró. Acesse AQUI e confira.


 Escrito por Paulo Martins às 00h39
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Vida de repórter
Há décadas, admiramos o trabalho de repórteres e jornalistas. E procuramos compreender como funciona o exercício da profissão e sua função social. Mas, às vezes, não entedemos certas práticas, embora se repitam como parte obrigações diárias dos profissionais. Num determinado programa de televisão, o repórter faz a cobertura das ocorrências registradas no Instituto Técnico e Científico de Polícia (ITEP). E começa a leitura de uma lista: - No Itep deram entrada os corpos de fulano, sicrano e beltrano... Então, vem à mente: tanta coisa ocorre em Mossoró que diz respeito à vida das pessoas, que nascem, crescem, estudam, trabalham. No entanto, é a morte que sempre está em destaque. Aí, o adepto da concepção "Espreme que sai sangue", eleva-se com aquele ar professoral.  - Se está acontecendo, temos que mostrar a fratura exposta, o corte na carne. É isso que dá audiência. Ao pobre repórter, resta contar cadáveres, no afã pela sobrevivência em meio às feras do setor, espécie de "trabalho de Sísifo". Não interessa a história de vida do leiteiro de 70 anos que pedala uma bicicleta e ainda trabalha para sobreviver. É insignificante o esforço do pai que conduz o filho diariamente para o hospital, na luta contra uma doença degenerativa. Nada vale a decisão da mulher que quer recomeçar e procura a escola de jovens e adultos aos 46 anos. Menos ainda importa o motivo que impulsiona outra mulher a guardar carros num estacionamento no centro da cidade nem a causa daquela que mendiga, à porta de um banco, com criancinhas no colo. A morte é notícia. E, assim, a vida continua.
Entrevistas incomodam
Segundo um assessor da prefeita, de Governador Dix-sept Rosado, Lanice Ferreira, suas entrevistas recentes incomodaram adversários políticos, que nos últimos quatro anos massacraram a então oposicionista com dezenas de matérias pagas na mídia, local e estadual, com o objetivo de destruir uma liderança construída em anos de trabalho. De acordo com o assessor, "o pessoal está acostumado a bater, mas não aceita que os outros tenham o direito de se expressar". Ainda conforme o assessor, a turma está indócil. É um frenesi, total. Aquilo que numa linguagem bem popular, algumas pessoas chamam de "farnesin".   


 Escrito por Paulo Martins às 00h23
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Lembranças emocionadas dos plantios de alho e cebola dix-septienses

José Romero Araújo Cardoso

Quando criança se constituía verdadeira diversão ajudar, talvez mais atrapalhar, querido tio de nome João Onofre Cardoso a preparar canteiros de alho e cebola nas vazantes do rio Apodi-Mossoró no percurso deste curso d´água no município de Governador Dix-sept Rosado.

Ficava encantado com a destreza do meu velho tio ajeitando cuidadosamente os sedimentos depositados pelo escoamento superficial, trabalhando artesanalmente um dos principais sustentáculos econômicos das famílias dix-septienses.

Culturas bastante democráticas, as quais atendiam de forma significativa à geração de emprego e renda para a população, sobretudo àquela parcela que dispunha de terras à beira do rio, os plantios de alho e cebola tornaram-se um dos símbolos do lugar. Governador Dix-sept Rosado ficou conhecida em épocas pretéritas como a capital do alho.

Compradores de todos os recantos, espalhados Brasil a fora, procuravam o alho e a cebola plantados em Governador Dix-sept Rosado devido à qualidade inigualável. Tranças de alho eram penduradas no mercado, na estação, nos bancos das praças, nas casas, enfim, em todos os lugares da cidade. Produziam-se em larga escala o melhor alho e a melhor cebola, não havendo concorrentes para àqueles produtos maravilhosos que eram beneficiados pela melhor terra ribeirinha do Estado do Rio Grande do Norte.

As colheitas eram festas indescritíveis, todos participavam de alguma forma. Era a garantia de dinheiro extra, apurado além do que se ganhava na exploração de gipsita ou em atividades agro-pecuárias as quais se dedicava e ainda se dedica a população dix-septiense.

Em consórcio com o alho e com a cebola plantava-se ainda batata que crescia enorme, verdadeira garantia de subsistência às famílias. Quantas saudades daqueles tempos, quantas alegrias tenho em minhas recordações dos plantios em vazantes em Governador Dix-sept Rosado.

O velho e saudoso trem levava alho e cebola para vários lugares, pois era grande a demanda pelos produtos extraordinários plantados e colhidos no meu querido rincão potiguar, no município em que estão fincadas minhas mais profundas raízes, terra heróica de encantos e prazeres que marca de forma extraordinária minhas reminiscências de infância, terra que amo de todo coração.

Infelizmente a década de oitenta do século passado foi marcada pelo advento de maléfico fungo conhecido por mal-de-sete-voltas. O estrago foi total, fragmentaram-se as culturas de alho e de cebola, nada prosperava quando dos plantios em vazantes após a chegada de infernal praga.

Destruía-se de forma violenta toda uma estrutura cultural que marcou por anos e anos a coletividade dix-septiense. Difícil e caro de ser contido, o mal-de-sete-voltas é responsável pela expressiva deficiência na insuficiência da qualidade de vida do meu povo, restando apenas a saudade de uma época em que Governador Dix-sept Rosado se destacava na economia do Estado do Rio Grande do Norte, entre outros bens e serviços, devido a intensa produção de alho e cebola.
José Romero Araújo Cardoso é geógrafo e professor da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern)


 Escrito por Paulo Martins às 23h30
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Jornalismo Online


William Robson e a colunista Mônica Bergamo, da Folha

O “Jornal de Fato”, de Mossoró, planeja a implantação do jornalismo online. O editor-chefe do jornal, William Robson, visitou a sede da “Folha de S. Paulo” recentemente, ao lado do proprietário do “De Fato”, César Santos. Na capital paulista, eles foram conhecer o funcionamento da “Folha”, em suas versões impressa e online. Mas, podem ter certeza, William está de olho na nova forma de fazer jornalismo.  


 Escrito por Paulo Martins às 21h00
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Brasil protagonista
O encontro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, naquele país, ocorre numa situação diferente de outros tempos. De acordo com a colunista Eliane Catanhêde, da Folha de São Paulo, Lula chega aos EUA representando um Brasil protagonista, que propõe e não apenas acata determinações. Lula quer que os Estados Unidos diminuam as barreiras alfandegárias aos produtos brasileiros. Cada litro do etanol do Brasil, por exemplo, é taxado pelos americanos com uma taxa de R$ 1,24. Mesmo não estando imune à crise econômica, o Brasil é um país que emerge, apesar das desigualdades sociais ainda existentes.

Drenagem precária
As últimas chuvas registradas em Governador Dix-sept Rosado mostraram que o município precisa investir em drenagem. Apesar da intensidade das chuvas, segundo uma fonte do blog, a falta de planejamento na realização de algumas obras contribuiu para o alagamento em áreas da cidade. À entrada da cidade, na parte duplicada da RN 117, a precariedade da drenagem dificultou o escoamento das águas e destruiu parte do canteiro e do acostamento da pista. Além disso, o solo fica praticamente impermeável nas vias asfaltadas.

Sob controle
Em Mossoró, choveu bastante neste domingo. Por volta das 12 horas, a chuva era intensa no Conjunto Abolição I e no Bairro Santo Antonio. Nas Ruas Josué Damião e Delfim Moreira, Prudente de Morais, Avenidas Rio Branco e Alberto Maranhão as águas formaram forte correnteza e dificultaram o tráfego dos veículos. Assim ocorreu nas Ruas Duodécimo Rosado e João da Escóssia até chegar às Ruas Melo Franco, Juvenal Lamartine, Augusto Severo e Santos Dumont.  Apesar das chuvas e alguns trantornos, em Mossoró a situação continua sob controle em áreas ribeirinhas como os Bairros Alto da Conceição, Ilha de Santa Luzia e Barrocas.

Cobertura da mídia
Durante o ano, a cobertura da mídia é tímida ou discreta em relação à situação do Rio Mossoró e dos moradores das áreas ribeirinhas. Só com o registro de chuvas mais intensas é que os veículos tocam no assunto. Veja um exemplo. No ano passado, após a enchente no mês de abril, o reitor Josivan Barbosa, da Universidade Federal Rural do Semiárido (Ufersa) anunciou a construção do "Parque da Cidade", no Bairro Ilha de Santa Luzia. Mas disse que só licitaria a obra após a Prefeitura de Mossoró e o Governo do Estado realizarem o aprofundamento em 4 metros dos canais do Rio Mossoró. O ano passou e Estado e município não executaram os serviços. A mídia se manteve distante do assunto. Agora, o reitor declara que a construção do "Parque da Cidade" será no Bairro Costa e Silva. Os moradores da Ilha perderam o benefício urbanístico. A mídia não enxergou as consequências da decisão, mas volta a cobrir os assuntos ligados ao bairro apenas por vislumbrar a possibilidade de nova enchente. A comunidade jornalística se interessa mais pela tragédia do que pela busca da solução de problemas. É a força perversa do capitalismo e a concepção de que má notícia vende mais.

Homens e mulheres
"...Quando estão sob pressão, os homens bebem e declaram guerra a outros países; as mulheres comem chocolate e vão às compras". Do livro "Porque os homens mentem e as mulheres choram", de Allan e Bárbara Pease, que mostra de forma bem humorada as diferenças entre os dois sexos.


 Escrito por Paulo Martins às 20h57

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